Sobre a SAFIE

Construída por quem conhece o outro lado da mesa.

Os sócios da SAFIE também empreendem — e atendem com a ótica de quem entende o que está em jogo.

Por que existimos

Nascemos de um problema que você provavelmente conhece.

Fundadores de empresas digitais têm um problema que os escritórios tradicionais não resolvem bem.

O problema não é falta de advogados ou de contadores. É falta de profissionais que entendam como um negócio digital funciona — que saibam a diferença entre um contrato de SaaS e um contrato de prestação de serviços, que conheçam os riscos trabalhistas de uma operação com times remotos e PJs, que tratem uma due diligence como um evento crítico para o caixa da empresa, não como um procedimento burocrático.

O diferencial não está só no que os sócios sabem — está no que eles vivem. Além de conduzir a SAFIE, Lucas e Ítalo tocam outros negócios. Empreendendo, enfrentam por dentro os mesmos tipos de decisão que chegam para os clientes: estrutura societária, contratações, tributação, crescimento operacional. É a lente de quem enxerga o jurídico e o contábil como instrumentos para fazer o negócio funcionar.

Risco não chega em silo. Um planejamento tributário mal coordenado com a estrutura societária cria passivo; uma contratação PJ sem cuidado com o enquadramento vira autuação. Por isso a contabilidade olha a decisão inteira, e não só a obrigação do mês.

A SAFIE existe para multiplicar o valor das empresas que atende. Como parte da estrutura que sustenta o crescimento — antes que o problema chegue.

Quem está por trás

Sócios que decidem o mesmo que você decide.

Lucas e Ítalo conduzem a SAFIE e tocam os próprios negócios — estrutura societária, contratação, tributação, caixa. As decisões que chegam dos clientes chegam para eles por dentro.

Lucas Mantovani

Lucas Mantovani

  • Cofundador e sócio desde fevereiro de 2020.
  • Sócio do Ítalo também na Marquei, registro de marcas para empreendedores.
  • Mentor de startups no BNDES Garagem e na TECHFOUNDER.

Conduz a assessoria recorrente do SAFIE Core e a estratégia jurídica dos clientes — contratos, gente, privacidade e marca. Também cofundou a SAFIE Contabilidade, onde atua como CMO (chief marketing officer) e COO (chief operations officer) — operando uma empresa enquanto presta consultoria para outras. Defende uma tese: o jurídico só faz sentido quando responde “o que isso muda para o negócio?”.

Ítalo Cunha

Ítalo Cunha

  • Cofundador e sócio desde fevereiro de 2020. Conduz o comercial e o financeiro.
  • Passou por Head of Legal na Volt, fundou a Juddi e atuou como assessor técnico jurídico na Prefeitura de São Paulo antes de construir a SAFIE.
  • Pós-graduação executiva em Global Competitive Leadership pela Georgetown University.
  • Sócio do Lucas também na Marquei.

Conduz a relação com clientes e a operação da SAFIE Contabilidade — planejamento tributário, obrigações e consultoria para empresas digitais. Acompanha as decisões dos clientes da estruturação inicial até rodadas Series A — onde jurídico e contábil precisam conversar para o crescimento não criar passivo.

Como operamos

O que o cliente sente na prática.

Clareza antes do parecer

Cada entrega vem traduzida para o impacto no negócio. Não existe resposta jurídica ou contábil que não responda: "e o que isso muda para mim?".

A estrutura certa, no momento certo

Compliance e governança não são fins em si mesmos — são o que impede que um crescimento rápido gere passivo. Trabalhamos para que a estrutura acompanhe a operação, não para que ela vire uma emergência quando a empresa já cresceu.

Alerta antes da pergunta

Não esperamos o cliente perceber que algo saiu errado. Parte do trabalho é antecipar riscos antes que virem custo.

Alguém responde pelo técnico

Cada frente tem um sócio que responde pela condução técnica e pelas decisões de risco. Não é uma demanda que circula sem dono.

O que dizem nossos clientes

Nota 5,0 no Google

Backoffice para startups mais incrível de todos! Arrasam muito na proteção de dados e possuem ótimo atendimento ao cliente
Mariana Bezerra

Próximo passo

O próximo passo é uma conversa.

Uma conversa de trinta minutos costuma bastar para saber se faz sentido seguir, e o que faria sentido primeiro.

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